Cultura em Macaé

20 Horas em Macaé

 

Ontem foi a estreia do ‘Cinema Comentado’ no Espaço Devires, na Rua Roberto de Lauro Marques, no Alto da Glória. Mais uma pérola para nossa seção ‘A Maravilhosa Macaé que o Macaense Desconhece’. Devires vem do verbo devir. O mesmo que: transformares, modificares, tornares, mudares.

Quem comanda a inteligência (e que inteligência, senhores!) são os brilhantes Cristiano Rodrigues e Gerson Dudus. Eles mesmo, lá do Utopias Cult. Algo se devirou (é assim mesmo?). Como no mundo nada se perde, a coisa se multiplicou. O novo espaço é sensacional. Todos levaram comes e bebes e tudo funcionou. Se o Woody Allen souber, faz um filme.

Enquanto não surge o ’20 Horas em Macaé’ vamos de ‘Meia-Noite em Paris’. Que filme delicioso. E tem gente que não gosta do Woody Allen. Fala sério! Peraí, gosto não se discute.

Só sei que o filme acertou meu coração. Confesso que quanto mais vivo, mais nostálgico me transformo. Minha dificuldade em conviver com a modernidade está acentuada.

Andar em Paris, tomar um vinho nacional (em Paris, só bebo vinho nacional), e de repente, ser transportado para um ambiente com todos seus ídolos e referências do passado, não tem preço. Nem em euros. Como seria isso?

O Woody Allen viajou com sua enorme competência. O filme demonstra a dificuldade que uma pessoa extremamente culta tem em conviver com um mundo pasteurizado. Allen deve sofrer com os blockbusters. E nos oferece sociedade. Eu topo. Hoje, vou ao Rio para degustar o Mondial de La Biére. Acho que vou ficar até bater as badaladas da meia-noite. Depois vou andar pelo Centro do Rio. Espero que meu destino não seja menos glorioso que o personagem principal do filme. Não precisa aparecer nenhum Picasso. Se não surgir o Sérgio Cabral já está de bom tamanho.

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