Cultura em Macaé

Antes Cedo do que Nunca

 

A Confraria Samba, Choro e Poesia prova que não existe nada melhor do que uma roda de choro e samba com os amigos. Nesse sábado, fomos conferir mais uma ‘Maravilha de Macaé que o Macaense Desconhece’. A roda acontece aos sábados, a partir das 14 horas e não tem hora para acabar. Ela se instalou na Associação Raízes de Aruanda, do Mestre Dengo, na rua do Privadão (isso dará uma matéria a parte).

Aruanda tem um significado muito especial: um local de paz, considerado um paraíso, onde encontra-se tudo que é necessário para evolução do espírito e compreensão das transições de vidas. Precisa falar mais?

“Nossa roda é sempre imprevisível Ás vezes, tem excesso de músicos. Temos um grande diferença para o Bico da Coruja (tradicional roda de músicos ao lado do Mercado de Peixes). Não somos elitizados. Aqui todos tocam”, declarou Sérgio (68), gestor do movimento. “Não temos hora para parar. Vamos até nossa resistência. Já teve dia de consumirmos 5 litros de cachaça boa. As comidinhas também comem soltas. É tudo delicioso”.

“Nosso lema é: Antes cedo do que nunca. Festejamos tudo com antecedência. Nosso time tem gente com bastante idade. Queremos celebrar a vida”, prosseguiu Sérgio. “Aqui ninguém pluga nada. Nosso som é natural. Teve dia que contei 86 cordas. Nada aqui tem lógica. Nem nós sabemos como será o amanhã”.

Uma das grandes surpresas da roda foi a diva Marlene, que encantou com Ioiô de Iaiá. “Ela é tia do meu pai, Babau. Canta divinamente”, exclamou Mônica Braga, jornalista e poetisa de mão cheia.

 

A diva Marlene

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