Cultura em Macaé

A Simplicidade é o Máximo da Sofisticação

O craque Rander Mansur é a atração principal da Sertaneja do Buteco Sofisticado dessa quinta-feira. Como a simplicidade é o último grau da sofisticação, o programa promete. O Sofisticado fica localizado na Avenida Ewaldo Costa, 885, no bairro Sol e Mar.

Ontem, Rander deu uma super-canja numa noite memorável do Papo Fest, o The Voice Macaense, que acontece no Papo Furado, na entrada principal do Shopping Plaza Macaé.

Rander (30) vive a melhor fase da sua carreira. “Sou formado em engenharia, em Campos. Sou engenheiro de produção. Troquei tudo pelo amor à música. Nós escolhemos nossa profissão. Na arte, é o contrário. Ela é que nos escolhe.

Nasci em Cantagalo, mas morei muitos anos em Cordeiro. Foi lá que montei uma banda pop/rock. Em 2016, criamos uma banda sertaneja. È meu ritmo preferido. Adoro um modão. O sertanejo tem uma linguagem própria. Fala em sofrimento com amor. A sofrência é exaltada. Possui simplicidade, clareza. È a música ideal para a noite. Ela envolve as pessoas. Proporciona diversão, alegria. As pessoas brincam com o tema. É boa para esquecer o ex.

Não sou só sertanejo. Adoro pop/rock. Cultuo os Mamonas. Quero proporcionar música para todo mundo. Também componho. Quero criar uma identidade para minha obra. Tenho a sorte de estar me apresentando em casas de primeira. Sync, Pub Style, Papo Furado e, hoje, no Sofisticado. Me apresentarei no dia 19 de outubro no Habitat, em Rio das Ostras. É outra cidade musical.

Quero crescer na profissão. Sei que tem muita gente boa fazendo sertanejo. Sou independente. Eu mesmo divulgo meu trabalho. Não tenho empresário. São muitas dificuldades.

O importante é tirar as pessoas das cadeiras. Fazer elas cantarem e dançarem. Gosto de acertar naquilo que as pessoas sentem. Produzir oportunidade das pessoas se descobrirem. Se identificarem.

Tenho a meta de me tornar um artista nacional. Principalmente com minhas músicas autorais. Ainda não apresento minhas músicas. É um trabalho de formiguinha. É necessário ensinar ao público refrão por refrão. Tenho mais de 30 músicas compostas por mim.

Teve um período inesquecível. Terminei um namoro e compus 3 músicas num espaço de 24 horas. A sofrência foi inspiradora. Não é nada fácil. Tem que criar letra, música e arranjo. Costumo procurar especialistas para melhoras os arranjos. Os bateristas são ótimos para isso. É fundamental captar a opinião das pessoas.

Byra Bello e Glauco Zulo são algumas das minhas referências regionais. Jamais esquecerei uma ida ao Ópera, nos Cavaleiros. O Glauco Zulo resolveu dançar e passou o microfone para mim. Percebi que ele cantava se divertindo. Foi uma aula.

Conheci minha namorada, Viviane (23), num show meu no Pub Style. Teve um sorteio de um balde de cervejas. Ela ganhou. Acho que ela acabou levando bem mais do que a cerveja.

Já tive a oportunidade de fazer a abertura de grandes show. Cidade Negra, Só Pra Contrariar, Diogo Nogueira. Sempre na Expo Cordeiro. Nesse ano, farei o show principal.

Amo cantar. Me apresento em festas de aniversário, casamentos. O importante é estar atuando.

Meu primeiro instrumento foi o teclado, com 11 anos. Aprendi violão com 14. Com 15, montei minha primeira banda de garagem.

Quando criança, adorava cantar Zezé di Camardo e Luciano. Cantava em qualquer lugar. Era muito exibido. Com 11 anos, virei tímido.

Atualmente, canto muito Gusttavo Lima, Jorge e Matheus, José Neto e Cristiano. São artistas carismáticos. Adoro inserir humor nas minhas apresentações”, finalizou Rander Mansur, que brilhou num ensaio fotográfico, na Praia do Pecado, sob as lentes da fotógrafa Milena Kroll.

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